Francisco de Almeida Lobo (UFMT, Brasil)

 

As medições de intercâmbio gasoso nas plantas são extremamente úteis porque possibilitam que se analise, sob condições específicas dos fatores mais imediatos que afetam a fotossíntese como são a luz, a temperatura, a umidade relativa e a concentração atmosférica de CO2, como se processa a assimilação do CO2 e a perda de água pelos processos de fotossíntese e transpiração, respectivamente. A condutância estomática exerce o controle desse intercâmbio gasoso e, justamente por essa razão, é preciso que seja muito bem entendida. Nesse sentido, é preciso levar em conta não só o aspecto físico relacionado com o coeficiente de difusão molecular do CO2 e do vapor d’água no ar, que dependem única e exclusivamente da natureza dessas moléculas; mas também o aspecto fisiológico que se relaciona com a frequência estomática e a regulação das dimensões do estômato, mais especificamente do ostíolo. Isto porque há muitas variáveis que são obtidas a partir das medições do intercâmbio gasoso como, por exemplo, a eficiência instantânea e a eficiência intrínseca no uso de água, cuja utilidade, do ponto de vista ecofisiológico, depende da correta interpretação do conjunto das outras variáveis que as compõem dentro das condições físicas do ambiente em que as medições foram realizadas. Neste minicurso o que se pretende é reforçar os conceitos biofísicos das variáveis do intercâmbio gasoso e esclarecer como tais variáveis são obtidas instrumentalmente ou por estimativas algébricas, visando a correta interpretação das mesmas.

 

Importante:

  • Limite de 30 vagas.
  • O valor das inscrições é de R$ 40,00.

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